Meu nome é Lucas, e a KERNING nasceu em 2016, quando meu trabalho ainda estava muito ligado ao design e à comunicação.
Foi daí que veio o nome. Kerning, na tipografia, é o ajuste da distância entre as letras. Eu sempre gostei de enxergar a comunicação da mesma forma: existe uma distância entre uma empresa e o cliente que ela quer alcançar. Meu trabalho é diminuir essa distância.
A KERNING não nasceu agora.
Ela só voltou com muito mais bagagem.
Só que minha trajetória acabou me levando muito além do design. Com o tempo, eu saí de trás da tela e fui parar dentro das empresas.
Participei da criação e implantação de negócios, varejo, vendas, campanhas, equipes, atendimento, centros de distribuição, serviços e projetos que precisavam fazer dinheiro de verdade entrar no caixa.
Vi campanhas colocarem gente dentro de loja. Vi atendimento virar venda. Vi vendedor deixar de ser apenas atendente e começar a vender. Participei de negócios crescendo e operações faturando bem.
Decisões erradas. Negócios que não funcionaram. Prejuízo. Sociedades problemáticas. Operações difíceis. Projetos grandes demais. Recomeços.
E talvez essa seja uma das partes mais importantes da KERNING de hoje. Eu não aprendi marketing olhando somente para marketing. Aprendi olhando para negócio.
Ao longo dessa trajetória, participei diretamente de empresas, projetos e operações que, somados, movimentaram mais de R$ 10 milhões em faturamento bruto.
Isso não significa que cada real tenha sido gerado exclusivamente por mim. Significa que eu estava dentro de negócios reais enquanto esse dinheiro estava sendo vendido, recebido, investido, perdido, recuperado e colocado novamente para girar.
A tecnologia é o acelerador.
O cérebro continua sendo entender o negócio.
Hoje temos tecnologia que permite fazer em muito menos tempo aquilo que antes exigia equipes, processos e muitas horas de trabalho. Inteligência artificial e automação fazem parte dessa nova fase.
Mas a KERNING não começa perguntando: o que vamos postar este mês? A gente começa tentando entender o que você vende, para quem, por que alguém compra, o que você acredita que seu cliente quer, o que ele realmente demonstra querer, o que chama atenção, o que gera interesse, o que vira conversa e o que pode virar negócio.
A partir daí, a comunicação deixa de ser apenas presença. Ela passa a servir para testar, aprender, posicionar, ajustar e vender melhor.
A KERNING de hoje reúne tudo aquilo que começou em 2016 com tudo que veio depois: design, comunicação, marketing, vendas, negócio, estratégia e tecnologia. Não para produzir mais conteúdo. Não para simplesmente preencher um calendário. E muito menos para postar por postar.
A ideia é aproximar uma empresa das pessoas certas e transformar essa aproximação em oportunidade de negócio.
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